Este projeto recebeu Leão de Ouro na Bienal de Arquitetura de Veneza em 2002, transformando-se em uma referência arquitetônica para o Brasil.
Projetado para abrigar as mais de 4000 obras de Iberê Camargo, com 9 salas de exposição, oficina de quadros, auditório e estacionamento subterrâneo.
O edifício foi totalmente construído com concreto.
As paredes da fachada são de concreto branco, e as internas são de concreto cinza. A continuação da fachada é interrompida por largas passarelas, também de concreto branco.
As características da obra inviabilizavam a utilização de consoles de elevação para construir as altas paredes de concreto; portanto, projetou-se um andaime que tivesse a função de apoio, proporcionando uma superfície de trabalho segura e de montagem rápida.
Utilizou-se o andaime BRIO, de maneira que se pudesse acrescentar à parte final outra torre içada, permitindo o aumento da altura.
A Escada BRIO dava acesso aos diferentes níveis do andaime.
As Torres T-60 foram utilizadas para reforço da laje da cobertura de 22 m de altura. Sua capacidade de 6 Tn por suporte permitiu o apoio da laje com espaço suficiente entre as torres.
As vigas metálicas foram utilizadas para a montagem das plataformas de trabalho no andaime periférico da obra, permitindo a fixação do piso de madeira, proporcionando, assim, uma elevação segura.